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Passo 02 Será que a culpa é minha? Próximo passoÀs vezes eu quero desistir de tudo
Resumo
Quando tudo parece desabar por dentro, nomear o que você sente pode ser o primeiro passo para não se perder. O que realmente está acontecendo aí dentro de você?
“Eu me senti muito perdida, não entendia o que estava sentindo. Foi pesado lidar com tanta coisa ao mesmo tempo.”
Separando o joio do trigo
Primeiro, é importante reconhecer: sua dor é real. E não há como fugir dela. Para que esses sentimentos comecem a diminuir, é preciso encará-los de frente.
Pode parecer estranho, mas há uma só porta — a mesma de entrada e saída. A única forma de deixar a decepção é atravessá-la.
Vamos começar nomeando o que você está sentindo.
A decepção surge quando a vida não corresponde ao que você esperava. É quando algo que você construiu com cuidado deixa de fazer sentido.
A mágoa aparece quando você se sente ferido. Talvez como se tivesse feito tudo certo — e, ainda assim, algo escapou do seu controle.
E a tristeza vem quando percebemos que algo importante mudou. No fundo, o que dói é a sensação de ter perdido uma parte de si e da relação com seu filho.

É demais ou é suportável?
Agora que você consegue identificar melhor esses sentimentos, observe a intensidade deles.
É natural sentir tudo isso diante de uma situação difícil com um filho. Mas, quando a dor não dá trégua e parece não ter fim, é importante prestar atenção.
Quando a decepção, a mágoa e a tristeza se tornam intensas demais, elas pode afetar tudo: o sono, o apetite, a disposição — até mesmo a fé.
Se você está se reconhecendo nisso, não tenha vergonha de buscar ajuda. Deus também cuida de você através de pessoas preparadas para isso. Um psicólogo ou psiquiatra pode te ajudar a atravessar esse momento sem comprometer sua fé.
Buscar ajuda não é fraqueza — é cuidado com a sua vida.
Se você está se reconhecendo nisso, não tenha vergonha de pedir ajuda. Deus nos deu profissionais capacitados justamente para nos apoiar nesses momentos. Um psicólogo ou psiquiatra pode te dar ferramentas práticas para lidar com esses sentimentos, sem comprometer sua fé.
Lembre-se: buscar ajuda não é sinal de fraqueza, é sinal de sabedoria. Até Jesus precisou de apoio nos momentos mais difíceis.
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